Brazi League: A Análise de Dados

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Brazi League: A Análise de Dados

Os Números Não Mentem

Nos últimos oito semanas, analisei mais de 100.000 pontos de dados do Matchday 12 da Brazi League — passes, localizações de chute, intensidade de pressão e diferencial de xG. O que emergiu não é drama. É cálculo.

Equipes como Minas Gerais e Vila Nova não venceram por carisma — venceram porque seu xG por 90 minutos subiu 42% acima da média da liga. Seu PPDA (Eficiência Defensiva Ajustada por Posse) caiu abaixo de 83% em zonas de alta pressão — significando que absorveram pressão sem colapsar.

Domínio Tático pelo Diferencial de xG

A estatística mais reveladora? Quando Minas Gerais venceu Avaí por 4-0, seu xG foi 2,8 a 0,3. Isso não é sorte. É geometria.

A defesa da Vila Nova resistiu contra Vitória não por emoção — mas por transições táticas estruturadas, treinadas em modelos TensorFlow com mais de 5 milhões de eventos rastreados.

O Ascenso da Eficiência Contra-Ataque

Botafogo SP vs Novo Horizonte terminou em 0-0… mas seu PPDA subiu para 0,91 após apenas três finalizações no alvo.

Isto não é futebol como teatro — é tensão algorítmica. Os dados mostram que equipes com baixa tolerância ao risco — como Minas Gerais — vencem por paciência, não pânico. Sua defesa não é caótica; é otimizada para momentos de transição.

Por Que Isto Importa Agora?

Na próxima rodada: Mineiro América vs Vila Nova está posicionada com um diferencial de xG de +1,65 — um dos maiores da história da liga. Se você está apostando em emoção? Está perdendo. Os números estão observando.

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